A EA detalhou novas medidas do Javelin Anticheat para Battlefield 6 na Temporada 4. A atualização reforça o TPM 2.0, amplia a lista de hardware e software proibidos e cria alertas dentro do jogo para violações menores.
TPM 2.0 passa a ser aplicado com rigor
A empresa havia flexibilizado a exigência para parte dos jogadores com problemas de compatibilidade. Depois de trabalhar com fabricantes, decidiu ativar a fiscalização estrita do requisito.
Segundo a EA, 98,76% dos jogadores atuais já utilizam hardware em conformidade. Quem enfrentar falhas deve atualizar BIOS, microcódigo do processador e Windows seguindo as orientações oficiais, sem baixar supostos corretores de terceiros.
Macros, XIM e Cronus estão na mira
A lista de exemplos proibidos inclui dispositivos capazes de automatizar sequências, abusar de assistência de mira ou ocultar o tipo real de entrada. A EA cita XIM, Cronus Zen, Strikepack e Titan Two.
No software, a fiscalização alcança remapeadores que escondem dispositivos virtuais, automação de recuo, overlays com zoom ou mira adaptativa e equalizadores que reagem automaticamente a passos e tiros.
Acessibilidade legítima continua permitida
O comunicado diferencia trapaça de ferramentas de acessibilidade. Xbox Adaptive Controller, PlayStation Access Controller e Steam Input aparecem como soluções suportadas.
Um programa pode ser bloqueado quando oferece vantagem competitiva, contorna verificações ou abre uma falha de segurança. Ter uma função parecida com a de outro aplicativo não garante que ambos serão tratados da mesma forma.
Relatórios não geram banimento sozinhos
A EA ajustou a métrica Match Infection Rate para reduzir falsos sinais causados por denúncias contra jogadores habilidosos. Relatórios ajudam a direcionar investigações, mas não são usados isoladamente para punir uma conta.
Novas notificações poderão avisar sobre comportamentos menores em menus, lobbies ou durante o tempo de respawn. Violações graves continuam sujeitas a sanções conforme as regras de conduta.

